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Famílias atingidas pelo mau tempo em Tete pedem mais apoio

Tete
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Em Tete, centro de Moçambique, a população afetada pela tempestade tropical Ana diz que o apoio nos centros de acomodação não tem sido suficiente. Governo diz que já está a preparar um centro definitivo para os acolher.
Cerca de 2.450 famílias foram diretamente afetadas pela subida das águas do rio Rovubwe, que transbordaram na sequência do mau tempo. Além de afetar a zona norte de Moçambique, a tempestade também fustigou a província de Tete, no

centro do país.
Para fazer face à situação, o Governo, através do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), montou dois centros na escola industrial de Matundo e na escola Joaquim Chissano, na cidade de Tete.
Mas o apoio não tem sido suficiente para suprir as necessidades das vítimas, queixam-se alguns dos afetados. "Ainda não tive nada, comida recebe-se em fila, parece que estamos a voltar aos anos oitenta ou setenta e tal", disse à DW África um dos reassentados.
"Queremos mais apoio. Por exemplo, lá onde eu estava, não sei até quando vou conseguir construir", queixa-se outro dos afetados pelo mau tempo em Tete.
Assistência até quando?
A delegada provincial do INGD, Teresa Jeque, não sabe até quando os reassentados serão assistidos. "Neste momento não podemos precisar, porque acompanhando a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia, estando na época chuvosa que ainda não terminou, temos de nos precaver", afirma.
A secretária de Estado na província de Tete, Elisa Zacarias, de visita ao centro de acomodação na escola industrial de Matundo, esclareceu que os dois centros não são definitivos. "Os desafios são grandes, este centro aqui é transitório e não definitivo. O Governo já está a preparar um centro definitivo e lá sabem muito bem que a nossa população perdeu tudo, então para além de dar comida estamos a pedir utensílios também", disse.
Nestes dois centros na cidade de Tete já foram montadas brigadas da saúde para a assistência de doentes. Foram também distribuídas tendas e redes mosquiteiras, mas até ao momento apenas uma minoria as recebeu.
Nos últimos anos, Moçambique foi várias vezes assolado por tempestades e ciclones que causaram mortes, graves danos materiais e forçaram a deslocação de um grande número de pessoas.
Em janeiro deste ano, a tempestade tropical Ana fez, pelo menos, 20 mortos no país, seis dos quais em Tete, num balanço ainda preliminar das autoridades moçambicanas.

 

 

 

 

 


Fonte:da Redação e da DW
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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