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População de Pebane preocupada com terrorismo

Zambézia
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A população do distrito de Pebane, na província da Zambézia, no centro de Moçambique, está preocupada com a possível presença de terroristas. A polícia garantiu reforço na vigilância. Entretanto, o Presidente moçambicano pediu à União Europeia para financiar força conjunta para lutar contra o terrorismo.

A população do distrito de Pebane está preocupada porque receia que terroristas se tenham infiltrado no seio dos deslocados que encontraram neste ponto da província da Zambézia um local seguro para viver.

Silvo Silva é membro da sociedade civil: “Solidarizamo-nos por Cabo Delgado, solidarizamo-nos pela província de Niassa e hoje, por exemplo, caso exista realmente indícios em relação à presença de insurgentes na província da Zambézia vai ser uma questão de alarme, de tamanha preocupação.”

Face à preocupação, o porta-voz da polícia na Zambézia, Sidner Lonzo, afirmou que as autoridades estão a trabalhar no terreno para “garantir a segurança das pessoas” e pediu à população para comunicar à polícia “qualquer movimento estranho, qualquer movimento massivo de pessoas”.

Desde 2017, os ataques terroristas em Moçambique têm afectado a província de Cabo Delgado mas, a partir de Novembro, o distrito de Mecula, na província de Niassa, também no norte do país, começou igualmente a ser atingido. A província de Cabo Delgado é rica em gás natural e os ataques provocaram mais de 3.100 mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, de acordo com as autoridades moçambicanas.

Desde Julho, uma ofensiva das tropas governamentais - com o apoio do Ruanda a que se juntaram depois forças militares da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) - permitiu aumentar a segurança, recuperando zonas onde havia presença de rebeldes.

 

Presidente moçambicano pediu à União Europeia para financiar força conjunta

Na quarta-feira, 9 de Fevereiro, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apelou à União Europeia para a necessidade de financiar as forças militares do Ruanda e da SADC no combate a insurgentes em Cabo Delgado.

"O combate envolve altos custos para os nossos parceiros (…). Não vão continuar por muito tempo, para toda a vida e as operações podem ser afectadas" se não houver apoios, afirmou o chefe de Estado, numa conferência de imprensa, no final de uma visita de três dias a Bruxelas, na Bélgica.

Sobre a situação em Cabo Delgado, o Presidente moçambicano deixou alguns alertas.

"Deixámos claro que prevalecem riscos substanciais, apesar de a situação ser encorajadora, termos ocupado as sedes distritais e algumas bases [rebeldes terem sido] todas destruídas", afirmou.

"Essa situação pode a qualquer momento voltar a evoluir e expandir-se para outras regiões do país e mesmo fora das fronteiras", sublinhou.

 

 

Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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