Ataque com explosivos deixa ao menos 7 mortos na Indonésia

Asia Ocidental
Typography
  • TPL_TYPO_TOOL_SMALLER TPL_TYPO_TOOL_SMALL TPL_TYPO_TOOL_MEDIUM TPL_TYPO_TOOL_BIG TPL_TYPO_TOOL_BIGGER
  • TPL_TYPO_TOOL_DEFAULT TPL_TYPO_TOOL_HELVERICA TPL_TYPO_TOOL_SEGOE TPL_TYPO_TOOL_GEORGIA TPL_TYPO_TOOL_TIMES

A fama planetária adquirida pela "maior safira do mundo" estimulou seu dono, natural do Sri Lanka, a tentar vendê-la por "US$ 300 milhões", um sonho com o qual espera ajudar a combater

a pobreza em seu país.

"Esta é uma oportunidade que só se tem uma vez na vida. Todos me disseram que nunca uma pedra tinha trazido tanta fama a este país. Estou muito agradecido e feliz", disse à Agência Efe o dono da pedra preciosa, que por "segurança" prefere manter o anonimato.

"Me preocupa a segurança, não quero ser conhecido como o dono da maior safira do mundo", reconheceu este homem de negócios.

O proprietário acredita que este é o "momento ideal para vender" a safira, devido tanto à fama como ao fato de que para um comprador trata-se de um valor seguro dentro da instável conjuntura internacional.

Além disso, ele garantiu que poderá fazer mais por seu país com o dinheiro que ganhar com a pedra.

"Nunca esqueci dos pobres, por isso gostaria de melhorar suas vidas. Mas quero que seja a longo prazo", declarou o dono da safira, que acrescentou que também gostaria de colaborar com o desenvolvimento da indústria do Sri Lanka.

O proprietário pensou a princípio em exibir a pedra durante um tempo para que os cingaleses pudessem admirá-la, mas a possibilidade de roubo o levou a descartar essa opção.

Para a venda da safira, o dono está criando um site onde receberrá ofertas, que espera que alcancem "US$ 300 milhões", um valor que segundo ele se baseia na fama mundial da pedra e em estimativas dentro deste mercado



Bangcoc - Pelo menos sete pessoas morreram, entre elas quatro agressores, após um ataque com explosivos que foi seguido por um tiroteio nesta quinta-feira no centro de Jacarta, a capital da Indonésia, informou a imprensa local.

A polícia detalhou que o ataque foi cometido por entre 10 e 14 homens armados e que dois deles teriam se explodido, segundo a imprensa local.

A primeira detonação aconteceu ao meio-dia (horário local) em um posto de polícia, segundo a emissora "DetikTv", que exibiu imagens divulgadas nas redes sociais onde é possível ver pelo menos o corpo de um oficial estirado na rua.

Após a explosão, teve início um intenso tiroteio seguido por mais explosões, nas quais ficaram feridos vários agentes e pelo menos três civis, disse o porta-voz da polícia, Iqbal Kabid, à "DetikTV".

A troca de tiros continuou em um cinema e em uma loja da rede Starbucks, situados no centro comercial Sarinah, que fica no bairro de Jalan Thamrin, próximo do palácio presidencial e do escritório da ONU.

A polícia isolou a área ao redor do centro comercial, onde estariam pelo menos seis agressores e onde continuam os tiroteios, segundo a emissora "Metro TV".

"Estamos 'esterilizando' o edifício desde o subsolo até o terraço. Declararemos a situação como segura em breve", disse Kabid.

O presidente da Indonésia, Joko Widodo, condenou hoje o ataque e pediu à população que evite as especulações sobre os possíveis grupos extremistas que estão por trás dos atentados e que espere os resultados da investigação policial.

"Condenamos os ataques. Temos que perseguir e capturar esses homens e sua rede", declarou Widodo, segundo a imprensa local.

"Não devemos ter medo. Não podemos ser derrotados por atos terroristas", acrescentou o presidente.

A Indonésia estava e permanece em alerta para possíveis ataques terroristas contra as autoridades locais e lugares frequentados por estrangeiros.

O país tem a maior população muçulmana do mundo, 88% de seus 250 milhões de habitantes, e já foi alvo de vários ataques de islamitas radicais.

O maior deles foi em 2002, na ilha turística de Bali, quando 202 pessoas morreram, em sua maioria turistas australianos.

Mais informações em instantes.



FONTE:DA EFE 2016 ( STOP )