Primeira refinaria de ouro de Angola sai do papel após quatro anos de atrasos

Angola
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Angola deverá ter a sua primeira refinaria de ouro em funcionamento antes do final de 2026. O anúncio foi feito pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, durante a abertura da Conferência de Investimento em Petróleo, Gás e Mineração de Angola, realizada hoje em Londres.


“Ainda este ano, esperamos inaugurar a primeira refinaria de ouro de Angola, um marco na nossa estratégia para promover o benefício local e a criação de valor”, afirmou o governante.
A infraestrutura, financiada pela Endiama e instalada no Polo Industrial de Viana, terá capacidade para produzir até 25 quilogramas de ouro por dia. O projecto foi anunciado em 2022, mas registou sucessivos atrasos antes de chegar à fase actual.
Além da refinaria, Azevedo destacou o crescimento da indústria de lapidação e polimento de diamantes, que passou de uma única fábrica em 2017 para dez unidades actualmente em operação, e anunciou o desenvolvimento de um polo industrial dedicado a pedras ornamentais.
A visão do executivo angolano aponta para uma transformação estrutural da economia mineral do país. “A nossa ambição a longo prazo é clara: transformar minério de ferro em aço, transformar gás em fertilizantes, expandir o corte de diamantes e a produção de joalharia e construir cadeias de valor industriais totalmente integradas em Angola”, sublinhou o ministro.
Azevedo referiu ainda que Angola produz actualmente ouro, manganês, quartzo, pedras ornamentais e ferro-gusa, tendo retomado a produção de cobre no ano passado. Estão também em desenvolvimento projectos ligados ao nióbio e a elementos de terras raras. Lítio, fosfatos e outros minerais estratégicos posicionam o país nas cadeias de valor globais da mobilidade eléctrica e das tecnologias renováveis.
A conferência, realizada num hotel na capital britânica, reuniu investidores, operadores do sector e especialistas, com a presença de membros do executivo angolano e dirigentes da Sonangol, Endiama, SODIAM, ANRM, ANPG e IGEO.
Durante a estadia em Londres, o ministro participou também na Cimeira de Energias de África e reuniu-se com dirigentes da petrolífera BP, que opera em Angola através da joint-venture Azule Energy. Em curso está o Projecto Paz, destinado à extracção de petróleo no Bloco 31, com um investimento estimado em $5 mil milhões.

 

 

 

 

 

 


Fonte:da Redação e da angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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