número de mortes causadas pelas chuvas e ventos fortes que têm estado a assolar o país

SUBIU PARA 47 O NÚMERO DE MORTES CAUSADAS PELA CHUVA NO PAÍS

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Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades, CCGC.

Falando no fim de Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades, o Porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, INGC, Paulo Tomás, informou ainda que o número de casas danificadas também subiu para 24 mil contra 21 mil apresentados na primeira sessão de Conselhos de Ministro do ano em curso.

“Neste cenário, tivemos o registo de 47 óbitos e, grande parte, devido às descargas atmosféricas”, disse o Porta-voz, manifestando a preocupação da instituição em relação às mortes causadas por este fenómeno.

Neste âmbito, segundo Paulo Tomás, o INGC e os seus parceiros recomendaram a realização de um estudo para perceber as causas das mortes causadas descargas atmosféricas durante a época chuvosa que geralmente ocorre de Outubro ao mês de Março. 

As intempéries destruíram totalmente 9 mil casas na sua totalidade, estando, neste momento o INGC a realizar a reavaliação dos danos.

Ele explicou ainda que os centros de acomodação que acolhiam cerca de 400 pessoas na província de Inhambane foram desactivados.

“Tínhamos centros de acomodação criados, em Govuro, Inhambane Céu e cidade da Maxixe, mas já foram desactivados. Na província de Inhambane, as famílias receberam talhões e kits. Em relação a seca, continua o programa de assistência normal, disse a fonte”.

Por seu turno, o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia, Acácio Tembe, falou da ocorrência de chuvas abaixo do normal nessa época do ano nas províncias de Cabo-Delgado e Nampula.

“Prevemos chuvas moderadas à forte nas províncias de Sofala, Zambézia e Tete a partir de amanha, dia 3 de Fevereiro, atingindo mais de 50 milímetros, nos próximos dois dias. Para a região sul, não há registo de chuvas, mas sim de calor intenso acima de 33 graus.”

A época chuvosa em Moçambique iniciou em Outubro do ano passado e se prolongará até Março do corrente ano. A actual época chuvosa foi antecedida por ventos fortes que já desalojaram milhares de famílias no país, tornando o corrente ano atípico devido aos efeitos combinados de ventos fortes e chuvas.

Este cenário e as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) que apontam para a continuidade da ocorrência de chuvas durante o primeiro trimestre do ano em curso, período referente a segunda metade da época chuvosa, forçaram o governo moçambicano a activar, semana passada, o alerta laranja.

Recentemente, o governo aprovou ainda o quadro de indicadores de redução de risco de desastres naturais.

 

 

 

 

 

 

Fonte:RM

Reditado para:Noticias do Stop 2016

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