
revogatório para destituir o presidente, Nicolás Maduro.
O anúncio de Capriles nesta sexta-feira ocorre um dia após a aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) convocar uma campanha para que as pessoas novamente assinem o pedido de um revogatório.
"Nós não temos que voltar a assinar, nós temos que validar nossas assinaturas, nós temos que nos mobilizar na segunda-feira para exigir do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) em um protesto que eles respeitem esta Constituição", disse em entrevista coletiva.
A validação das assinaturas que a MUD entregou ao CNE no dia 2 de maio seria a segunda e última etapa para que se ative o processo revogatório. Depois dessa fase, seria iniciada uma nova coleta de assinaturas, carca de quatro milhões, que significam 20% do registro eleitoral.
Governador do estado de Miranda, Capriles esclareceu que, embora faça parte da MUD, não pode permanecer calado "frente à situação que está acontecendo no país" e se vê forçado a convocar a um protesto.
"Nós tomamos a decisão de ir na segunda-feira ao CNE e vamos todas as vezes que forem necessárias, nos deixem chegar ou não, este é um assunto de todos os dias, até que vocês do CNE entendam", disse aos representantes do órgão que acusa de serem aliados do governo de Maduro.
A MUD pediu ontem aos que querem um revogatório para que "confirmem suas assinaturas" na próxima segunda-feira em diferentes postos que serão disponibilizados para este fim em todo o país como uma jornada de protesto pela suspensão da reunião que a aliança teria nesta quinta-feira com os representantes do Poder Eleitoral.
A oposição esperava que nessa reunião se informasse quando ocorreria a validação, assim como a obtenção de um cronograma completo do revogatório.
Fonte:EFE
Reditado por: Stop Noticias 2016
Tópicos:Henrique Capriles, Políticos, Nicolás Maduro, Referendo, Venezuela, América Latina
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