
dos militantes.
Dezenas de milhares de moradores deslocados retornaram à capital da província de Anbar nos últimos dois meses, a maioria vindos de campos ao leste da cidade onde se refugiaram antes do avanço do Exército no final do ano passado.
A escassez de especialistas treinados em desarmar explosivos adiou as ações de restauração da segurança, mas isso não impediu as pessoas de responderem aos chamados de líderes religiosos e governamentais locais para que voltassem para casa.
O escritório do governador de Anbar, que está supervisionando grande parte do esforço para restaurar Ramadi, recusou pedidos de comentários.
Mas a Organização das Nações Unidas (ONU) disse ter sabido pelas autoridades que 49 pessoas foram mortas e 79 ficaram feridas em Ramadi desde o início de fevereiro. Estas cifras estão "quase certamente subestimadas", disse a entidade.
"A ONU está profundamente preocupada com a segurança das famílias que estão retornando e com a infestação generalizada de artefatos não detonados e armadilhas com bombas em muitas vizinhanças", disse Lise Grande, coordenadora humanitária da ONU no Iraque, à Reuters.
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