
A comissão especial que analisou o pedido de impeachment contra Dilma decidiu ontem que há razões jurídicas para dar sequência ao processo, que agora passa para sua próxima fase, no plenário da Câmara dos Deputados.
"Sem existir até o momento uma prova que a incrimine de maneira pessoal e direta no cometimento de um crime, essa decisão se transforma em um motivo de séria preocupação para a segurança jurídica do Brasil e da região", disse Samper em comunicado.
O secretário-geral da Unasul afirmou que a presidente "só pode ser processada e destituída - revogando o mandato popular que a elegeu - por faltas criminosas nas quais se comprove sua participação dolosa e ativa".
"Aceitar que um líder possa ser afastado de seu cargo por supostas falhas em atos de caráter administrativo levaria à perigosa criminalização do exercício do governo por razões de índole simplesmente política", completou o secretário-geral da Unasul.
A Unasul é formada por Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
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