
De acordo com Elvis Lafayette, o alcance deste resultado só foi possível graças à mudança da política comercial na íntegra e a reestruturação interna, que garantiu a confiança e apoio do Conselho de Administração.
Para 2022, a FCKS pretende continuar a crescer, uma vez que o Kwanza está a estabilizar e há perspectiva de crescimento da economia nacional.
“Com o anúncio de aumento das obras do Estado e a retoma de muitas outras, esperamos melhorar os números de 2021 e continuar a apelar para que o Executivo crie políticas mais atractivas para o fomento das exportações”, disse.
No que diz respeito à facturação, Elvis Lafayette diz ser satisfatória porquanto rondava aos 75% da meta preconizada, o que permitiu fechar o ano de 2021 com uma cota de mercado acima dos 30%.
Incluindo as vendas dos produtos e subprodutos, a FCKS facturou em 2021 pelo menos 27,4 mil milhões Kz”, afirmou.
Preços praticados no mercado
Actualmente, os preços de mercado dos produtos Yetu estão estimados a 3,4 mil Kz e 3,5 mil Kz para as tipologias CEM II A-L 32,5 N e EM II A-L 42,5 N nomeadamente.
Segundo Elvis Lafayette, os preços da FCKS foram influenciados, ou seja, afectados pela crise económica e financeira do País, sobretudo produzirem com a matéria-prima 100% nacional, desde o ferro, calcário, gesso, argila sem recursos aditivos.
A empresa neste momento está a importar com grandes dificuldades de as peças de reposição e eventualmente os sacos para embalagem do cimento, big bags e sling bags que com a crise tornaram-se ainda mais caros e, por outro lado, as obras do Estado em quanto maior empreiteiro do País diminuíram consideravelmente, bem como a desvalorização do Kz que tirou o poder de compras dos cidadãos.
Recuo na implementação da segunda linha de produção
A crise financeira, a pandemia da COVID-19 e a contratação do mercado entre outros aspectos fizeram com que a FCKS tivesse de recuar na implementação da segunda linha de produção, mas “registamos um aumento considerável no que diz respeito à produção de clínquer e de cimento”.
Elvis Lafayette, considera a FCKS uma grande indústria e pode tornar-se ainda maior com a instalação da segunda linha ao resolver alguns pendentes com vista a aumentar também a capacidade de expedição e de produção consecutivamente e assim sendo em função dos níveis de consumo actuais no mercado nacional.
Acresce ainda que, a FCKS poderia ter assim a capacidade de suprir as necessidades do mercado em 80% caso consiga atingir o objectivo de produção a 100%.
Paralisação da fábrica de sacos
A fábrica de sacos de papéis com capacidade máxima de produção instalada de 11 mil sacos por hora de diferentes tamanhos para 25 e 50 Kg de produtos diversos encontra-se paralisada desde o início da crise financeira.
Com base nas declarações de Elvis Lafayette, as indústrias cimenteiras foram obrigadas a adoptar os sacos de ráfia e a FCKS não está dissociada desta realidade.
“Há expectativas de que possamos retomar com a nossa actividade, não apenas para consumo interno, abastecimento da indústria emergente de argamassas , de ensaque de produtos alimentares que começa agora a nascer”, notou.
Para a retoma da produção, a empresa vai precisar importar matéria-prima, explicou Elvis Lafayette, para mais adiante afirmar que para a produção de sacos, a matéria-prima era adquirida maioritariamente na China. “As maiores dificuldades cingiam-se apenas na aquisição de divisas para a importação”, lembrou Elvis Lafayette.
Fonte:da Redação e da angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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