O Sudão registou mais de mil civis mortos em ataques de drones entre janeiro e maio de 2026, informação dada pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) na abertura da nova sessão do Conselho dos Direitos Humanos, que decorre em Genebra. Os números apresentados ressaltam o peso humano do conflito e o papel dos drones como instrumento de violência que afeta a população civil no terreno. No discurso de abertura, o representante da ONU realçou que o sofrimento humano aumenta à medida que a violência se prolonga, com famílias desfeitas, deslocamentos forçados e uma contínua ameaça a civis em áreas sob batalha. O ACNUDH sublinhou a necessidade de proteção de populações vulneráveis, de acesso irrestrito à ajuda humanitária e de responsabilização dos autores de ataques que atinjam civis. O relatório preliminar também apontou para o impacto desproporcional em zonas com maior exposição ao conflito, bem como para eventuais violações dos direitos à vida e à integridade física. No âmbito das discussões em curso no Conselho, a comunidade internacional mantém o olhar atento sobre a situação no Sudão, com apelos para cesse-fogo, proteção de civis e mecanismos eficazes de responsabilização. Enquanto o país permanece no centro da agenda humanitária, os esforços para facilitar o acesso a ajuda e para investigar estas ocorrências ganham impulso na arena internacional.
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Nesta semana de recapitulação sobre a África, Moçambique ocupa o foco com um incidente grave que envolve a liderança religiosa da diocese de Quelimane. Na madrugada de sábado, o bispo da cidade foi morto por homens armados na sua residência, numa ocorrência que abalou a comunidade local e as redes de fé da região. Segundo as informações disponíveis, ainda não foram divulgados detalhes definitivos sobre as circunstâncias ou a motivação do ataque. O episódio ocorreu na cidade de Quelimane, provocando choque entre moradores e membros da Igreja, e colocando em debate a segurança de figuras públicas em áreas urbanas do país. As autoridades competentes devem apurar o caso com rigor e tornar públicas as conclusões o mais rapidamente possível, para esclarecer as motivações e identificar responsáveis. Enquanto isso, a comunidade moçambicana lamenta a perda e espera que este episódio imponha maior proteção para líderes religiosos e para a população em geral, contribuindo para a estabilidade e a confiança na segurança pública.
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Moçambique assistiu hoje às exéquias do bispo Dom Osório Citora, da diocese de Quelimane, com a presença do Presidente da República, Daniel Chapo. A cerimónia fúnebre realizou-se na Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, integrada na Sé Catedral de Quelimane, e foi presidida pelo Núncio Apostólico, que dirigiu a liturgia em memória do clérigo. A presença de altas figuras do Estado reflete a importância do drama vivenciado pela Igreja local e pela comunidade católica da região. Durante o funeral, o Presidente garantiu que tudo será feito para o esclarecimento do assassinato do bispo Citora, reiterando o compromisso das autoridades com a transparência e a responsabilização. A cerimónia reuniu membros da Igreja, familiares e fiéis, que acompanharam com oração e pesar o desenrolar do caso. O Núncio Apostólico, como representante da Santa Sé, conduziu a liturgia e transmitiu mensagens de consolo aos familiares, ao tempo que reforçou o apelo à serenidade e à cooperação de todos os envolvidos na investigação. Embora as investigações estejam em curso, a garantia de esclarecer as circunstâncias do crime fica sublinhada como prioridade das autoridades moçambicanas. As exéquias encerraram-se com um momento de oração e reconhecimento da vida do bispo Citora, deixando transparecer o desejo de justiça e de continuidade da missão pastoral na diocese de Quelimane.
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O Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou, na abertura da nova sessão do Conselho dos Direitos Humanos, em Genebra, que os ataques com drones no Sudão ceifaram a vida de mais de mil civis entre janeiro e maio de 2026. Segundo o comunicado do ACNUDH, a contagem de vítimas civis evidencia o impacto humanitário crescente das operações com aeronaves não tripuladas no território sudanês, onde o conflito persiste e o acesso à ajuda humanitária permanece dificultado. Os civis continuam a suportar um elevado custo humano, com riscos acrescidos para trabalhadores humanitários e para quem depende de assistência vital. O órgão apela a investigações independentes e à responsabilização de quaisquer violações do direito internacional humanitário e dos direitos humanos associadas a ataques com drones. Este relatório reforça a necessidade urgente de proteção de civis, de um acesso humanitário seguro e de mecanismos eficazes de responsabilização. Enquanto a comunidade internacional debate respostas no âmbito do Conselho dos Direitos Humanos, o público moçambicano deve acompanhar os desenvolvimentos no Sudão, num momento em que a defesa dos direitos humanos continua a ser uma prioridade humanitária.
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No balanço da semana em África, Moçambique ocupa as primeiras páginas após um ato violento ocorrido na madrugada de sábado, quando o bispo de Quelimane foi assassinado na sua residência por indivíduos armados. O crime comoveu a comunidade local e colocou em foco a segurança de figuras de relevo no país. Este choque evidencia o impacto da violência no seio da Igreja e na comunidade de Quelimane, suscitando debates sobre a proteção a líderes religiosos e a segurança pública no país. O incidente ocorreu na residência do bispo, num momento em que Moçambique enfrenta vários desafios de segurança, intensificando a necessidade de informação oficial sobre as circunstâncias e motivação do crime. À medida que as informações são recolhidas, este caso reforça a necessidade de resposta rápida das autoridades e de mecanismos de proteção para dirigentes religiosos. Enquanto os detalhes oficiais chegam, a comunidade observa com apreensão o desfecho das investigações, que deverão esclarecer motivações e autores do ataque.
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Em Moçambique, tudo está a ser feito para esclarecer o assassinato do bispo Dom Osório Citora, da diocese de Quelimane. O Presidente da República, Daniel Chapo, garantiu esse esclarecimento durante as exéquias do prelado, realizadas na Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, na Sé Catedral de Quelimane, cerimónia que foi presidida pelo Núncio Apostólico. Durante o acto, o chefe de Estado enfatizou o compromisso do Governo em esclarecer as circunstâncias do caso, assegurando que o processo de investigação avança com total transparência e diligência. A celebração religiosa reuniu membros da Igreja e da comunidade, num momento de homenagem ao líder espiritual. No desfecho da cerimónia, as autoridades reiteraram a necessidade de se manter a população informada à medida que novas informações surgem, reforçando o empenho institucional na elucidação deste homicídio e no respeito pela memória do bispo Dom Osório Citora.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, no balanço mais recente, que quase 500 casos de infecção pelo vírus Ebola foram confirmados na África Central, num momento de crescente preocupação com a magnitude da febre hemorrágica. O relatório, divulgado no último sábado, indica também que mais de 80 pessoas já perderam a vida em consequência da doença, com transmissão relatada na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. Este cenário evidencia que o Ebola continua a representar um desafio de saúde pública na região e que exige uma resposta coordenada entre autoridades nacionais e parceiros internacionais. A OMS sublinha a importância de manter vigilância epidemiológica reforçada, detecção precoce de casos e ações rápidas de contenção para interromper a transmissão e diminuir o impacto da doença. Apesar de não serem detalhadas informações sobre cadeias de transmissão específicas ou medidas de controlo adicionais, o apelo é para que os países afetados e vizinhos mantenham recursos e cooperação para conter o surto. A comunidade internacional e governos da região devem manter a monitorização atenta, mobilizar apoio médico e assegurar que as populações em áreas de risco tenham acesso a diagnósticos, tratamento e informações adequadas.
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