
Os drones, operados pela empresa americana Zipline, distribuirão sangue a cinco hospitais, que se ampliarão para 21 no prazo de um ano.
Os aviões não tripulados têm capacidade para transportar até 1,5 litro de sangue, que liberam com a ajuda de pequenos paraquedas.
Podem realizar até 150 entregas por dia e só aterrissam quando voltam para a base, após ter completado a distribuição.
O presidente de Ruanda, Paul Kagame, inaugurou hoje o serviço no distrito de Muhanga, no sul do país.
Kagame se mostrou convencido de que este modelo de negócio poderá ser aplicado a muitas outras indústrias "além dos serviços médicos", disse.
"Os ruandeses aprenderam a abraçar a inovação, especialmente quando está claro que pode nos ajudar a resolver os desafios que enfrentamos", acrescentou, se referindo à insistência de seu governo no desenvolvimento tecnológico.
Esta tecnologia poderia impulsionar grandes mudanças no sistema de saúde ruandês ao reduzir o tempo de distribuição de sangue, plasma e coagulantes na Ruanda rural de quatro horas para 15 minutos.
Os drones da Zipline voam a uma altura abaixo de 152 metros e podem viajar em um raio de 150 quilômetros de distância.
Fonte:EFE
Reditado para:Noticias Stop 2016
Fotografias:Getty Images / Reuters /EFE
Tópicos:Drones, Hospitais, Remédios, Saúde, África
