
Dhirendra Prasad esteve a trabalhar na emoresa entre 2008 e 2018 no departamento de Global Service Supply Chain.
“Prasad fez uso da sua posição de confiança na Apple para levar a cabo uma série de diferentes esquemas para fraudar a Apple, incluindo receber comissões, roubo de peças mediante falsos pedidos de reparação e fazer com que a Apple pagasse por itens e serviços que nunca recebeu”, de acordo com a informação partilhada pelo site CNet.
Dois outros homens também foram associados ao esquema de fraude e de lavagem de dinheiro. Ambos foram acusados em casos federais separados e as autoridades afirmaram que ambos “admitiram o seu envolvimento”.
Em caso de condenação, Prasad poderá vir a ser preso por vários anos. Cada uma das acusações de fraude, lavagem de dinheiro e de evasão fiscal acarreta penas de prisão que podem ir dos cinco aos 20 anos.
O governo federal norte-americano apreendeu as contas bancárias e cinco propriedades imobiliárias de Prasad em Mountain House, Tracy, Merced e Stockton estimadas no valor de cerca de 5 milhões de dólares.
No documento do tribunal lê-se que Prasad “conspirou conscientemente para conceber um esquema para fraudar, obter dinheiro e propriedade por meio de pretextos, representações e promessas materialmente falsas e fraudulentas, e por omissões e ocultação de factos materiais”.
No ano passado, a Apple processou um ex-funcionário por acusações de que ele roubou e divulgou segredos comerciais da empresa a um jornalista para obter uma cobertura positiva da imprensa para a sua startup.
Prasad deverá ser julgado na próxima quinta-feira, dia 24 de março.
Fonte:da Redação e da maistecnologia
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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