
A iniciativa interna “Windows K2” quer atacar os problemas mais criticados no Windows 11, com melhorias de desempenho, fiabilidade e menos distrações até 2027.
A Microsoft está a preparar uma resposta direta a várias das queixas mais repetidas sobre o Windows 11. Nos bastidores, a empresa terá lançado o projeto “Windows K2”, uma iniciativa focada em tornar o
sistema mais rápido, mais estável e menos pesado.
O objetivo não passa por criar um novo Windows, mas sim por corrigir o que mais irrita os utilizadores atuais. E isso pode traduzir-se em mudanças bem visíveis no dia a dia, desde um menu Iniciar mais rápido a atualizações menos intrusivas.
O que é o Windows K2
Segundo informações avançadas por fontes ligadas ao tema, o Windows K2 é um projeto interno da Microsoft criado no final de 2025. A missão é clara: resolver alguns dos maiores problemas associados ao Windows 11 até 2027.
Não se trata de um “Windows 12” disfarçado nem de uma nova edição do sistema operativo. Em vez disso, a Microsoft quer introduzir melhorias concretas através de atualizações direcionadas, baseadas no feedback dos utilizadores.
Windows 11 mais rápido, mais estável e menos confuso
O plano estará assente em três frentes principais: desempenho, fiabilidade e experiência de utilização. São precisamente três das áreas onde o Windows 11 tem recebido mais críticas desde o lançamento.
Nos últimos anos, muitos utilizadores têm apontado lentidão em elementos básicos da interface, problemas recorrentes com atualizações e uma aposta excessiva em funcionalidades de IA, como já vimos, que nem sempre respondem a necessidades reais.
Menu Iniciar até 60% mais rápido
Uma das melhorias mais relevantes pode estar no menu Iniciar. A Microsoft estará a trabalhar numa nova base técnica para a interface, o que poderá tornar esta área até 60% mais rápida a responder.
Na prática, isto significa menos atrasos ao abrir menus, pesquisar aplicações ou interagir com a barra de tarefas, mesmo quando o computador está sob maior carga.
Pesquisa de ficheiros mais imediata
O Explorador de Ficheiros também deverá receber novidades. Entre elas está uma função de pesquisa instantânea por nome de ficheiro, pensada para apresentar resultados de forma mais rápida.
É uma mudança simples no papel, mas com impacto real para quem usa o PC para trabalhar, estudar ou simplesmente encontrar documentos sem perder tempo.
Menos consumo de memória
Outro foco importante será a redução do consumo de recursos em segundo plano. A ideia é tornar o Windows 11 mais leve em repouso e mais fluido em máquinas com hardware mais modesto.
Isto poderá ser particularmente relevante para portáteis mais antigos ou PCs de gama média, onde cada melhoria de memória e eficiência faz diferença no uso diário.
A Microsoft pode mexer no que mais incomoda
Um dos pontos mais curiosos do projeto é a possibilidade de remover publicidade do menu Iniciar. Ainda não existe confirmação final, mas essa hipótese está alegadamente em cima da mesa.
Se avançar, seria uma das alterações mais bem recebidas por muitos utilizadores, que têm criticado a presença crescente de sugestões, promoções e conteúdos pouco úteis na interface do sistema.
Atualizações menos agressivas no Windows 11
A fiabilidade é outra prioridade do Windows K2. A Microsoft quer reduzir o impacto das atualizações e fazer com que os reinícios obrigatórios sejam muito menos frequentes.
A ambição passa por chegar a um ponto em que o sistema só precise de reiniciar, em média, uma vez por mês. Para quem trabalha no PC todos os dias, isto pode significar menos interrupções e uma experiência mais previsível.
Algumas mudanças nas atualizações já começaram a aparecer. Por exemplo, durante a instalação do Windows, certas atualizações já podem ser adiadas, e o sistema também permite desligar o computador sem instalar imediatamente updates pendentes.
Gaming também entra nas prioridades
A Microsoft também quer melhorar a imagem do Windows 11 junto dos jogadores. A empresa estará a olhar para o SteamOS como referência e pretende aproximar o desempenho do seu sistema ao da plataforma da Valve num prazo de um a dois anos.
Esta meta ganha peso numa altura em que o Windows 11 tem sido visto por parte da comunidade gaming como menos eficiente do que o Windows 10, em especial devido a funcionalidades pesadas e a alguns problemas de compatibilidade.
Porque é que isto importa
O Windows 11 continua a ser o sistema operativo de milhões de pessoas, mas a perceção pública nem sempre tem sido favorável. Quando tarefas simples parecem mais lentas, as atualizações atrapalham ou surgem funções que ninguém pediu, a frustração cresce rapidamente.
Se o projeto Windows K2 cumprir o que promete, a Microsoft pode finalmente atacar os pontos que mais têm desgastado a relação com os utilizadores. E isso poderá ter impacto direto em velocidade, autonomia, estabilidade e conforto de utilização.
Ainda há dúvidas, mas o sinal é claro
Para já, o Windows K2 continua a ser uma iniciativa interna e nem todas as mudanças estão garantidas. Além disso, esta não é a primeira vez que a Microsoft promete ouvir a comunidade e melhorar a experiência no Windows 11.
Mesmo assim, há sinais de mudança. A empresa tem reforçado a interação com utilizadores em fóruns e redes sociais e também estará a rever o programa Windows Insider para recolher opiniões de forma mais direta.
Se estas intenções se transformarem em melhorias reais, o Windows 11 pode entrar numa nova fase — não com mais funcionalidades para mostrar, mas com menos problemas para suportar.
Fonte:da Redação e da maistecnologia
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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