
A organização diz reconhecer que o recente reajuste do salário mínimo, fortemente contestado pela maioria dos trabalhadores, reflecte a falta de produção e baixa produtividade, resultado da deficiência das actuais políticas económicas, que não ajudam a estimular o aumento da produção e produtividade.
A OTM-CS diz ainda estar certo que o aumento da produção e da produtividade poderia reflectir-se no aumento dos salários em todos os sectores produtivos.
“É fundamental que sejam estabelecidas políticas económicas que incentivem o desenvolvimento da agricultura, onde a maioria dos moçambicanos encontra trabalho e sustento”, disse Alexandre Munguambe, Secretário-geral da OTM-CS.
Munguambe discursava esta segunda-feira, em Maputo, durante as celebrações do 1° de Maio, o Dia Internacional do Trabalhador, efeméride assinalada sob lema “Sindicatos Unidos Contra o Elevado Custo de Vida e Precarização do Emprego”.
Os trabalhadores celebraram o dia manifestando-se pacificamente, em todo o país contra o elevado custo de vida insustentável e precarização do emprego.
O sindicalista explicou que o conteúdo das manifestações em todo o país retrata o sentimento dos trabalhadores sobre a necessidade de um esforço redobrado na luta pelo desenvolvimento económico, que irá culminar com a erradicação da pobreza que apoquenta a maioria dos trabalhadores.
Fonte:RM
Reditado para:Noticias do Stop 2017
