
Dois homens e uma mulher foram atingidos diretamente pelos disparos, enquanto outras quatro pessoas, incluindo uma criança com dez anos, sofreram ferimentos leves pelo raspão de balas.
O MST indicou que 300 militantes do movimento, que seguiam desarmados, foram vítimas de uma "emboscada" quando se deslocavam para participar numa reunião convocada pelo administrador de uma propriedade invadida na localidade de Capitão Eneias, em Minas Gerais.
De acordo com testemunhos, o administrador da propriedade conduzia um veículo e os homens armados disparavam indiscriminadamente contra os Sem Terra.
"Eles disparavam sem dor nem piedade. Havia crianças, doentes, grávidas. Nós vimos o dono da fazenda e pedimos-lhe que não disparassem. Baixámo-nos para não nos atingirem, foi um ato cobarde", relatou, de acordo com a agência EFE, Géssica Thais Gonçalves Freitas, uma jovem de 24 anos que foi atingida com um tiro numa perna.
De acordo com o MST, o terreno, de 3 mil hectares, foi ocupado em janeiro por 650 famílias que começaram a produzir na fazenda.
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