China rejeita acusações de Trump de interferência eleitoral como infundadas

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Introdução Num briefing diário realizado em Pequim, um porta‑voz do Ministério das Relações Exteriores da China respondeu às recentes declarações do ex‑presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acusou Pequim de interferir nas eleições americanas. O diplomata classificou as alegações como “sem fundamento” e pediu a Washington que pusesse termo a essas afirmações. Desenvolvimento Durante a sessão de perguntas, o representante chinês salientou que não há provas que sustentem as acusações de interferência eleitoral por parte de Pequim. Reforçou que a China mantém uma política de não ingerência nos assuntos internos de outros países e que as suas relações com os Estados Unidos devem basear‑se no respeito mútuo e na cooperação. O porta‑voz ainda referiu que tais acusações podem prejudicar ainda mais as já tensas relações bilaterais, que têm sido marcadas por disputas comerciais, tecnológicas e de segurança nos últimos anos. Conclusão Ao rejeitar as denúncias de Trump, a China procura desviar a atenção de possíveis pressões diplomáticas e sublinhar a sua postura de não intervenção. Enquanto isso, a comunidade internacional observa atentamente a evolução das tensões entre Washington e Pequim, que continuam a influenciar o panorama geopolítico global.

Fonte: da Redação e da Euronews
Reeditado para: Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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