13
Ter., Nov.
17 New Articles

CENTRAL TERMOELÉTRICA DE MAPUTO ENTRA EM FUNCIONAMENTO

Economia
Typography
  • TPL_TYPO_TOOL_SMALLER TPL_TYPO_TOOL_SMALL TPL_TYPO_TOOL_MEDIUM TPL_TYPO_TOOL_BIG TPL_TYPO_TOOL_BIGGER
  • TPL_TYPO_TOOL_DEFAULT TPL_TYPO_TOOL_HELVERICA TPL_TYPO_TOOL_SEGOE TPL_TYPO_TOOL_GEORGIA TPL_TYPO_TOOL_TIMES

A Central Termoeléctrica de Ciclo Combinado começou a operar ontem em Maputo, marcando o arranque da produção de energia eléctrica a partir do gás natural, que só será efectiva a partir de Agosto próximo.


A cerimónia, considerada com um marco importante no processo da implantação da infra-estrutura, foi testemunhada por quadros da empresa Electricidade de Moçambique (EDM) e de outras instituições envolvidas no empreendimento.
Segundo Narenda Gulabe, da EDM, esta fase constitui um marco histórico para se ter a central pronta em Agosto, sendo que a partir da próxima semana vão iniciar ensaios de injecção gradual de gás no sistema, que vão decorrer até que se alcance a potência necessária para a central operar em pleno.
“Neste momento a energia a ser gerada nos próximos quatro dias será de dois a três Megawatts (MW), uma vez que esta é a primeira turbina. A expectativa é que a partir de Junho vamos gerar 106 MW”, explicou Gulabe.
Segundo a fonte, a central vai reforçar o fornecimento de energia às cidades de Maputo e Matola, e vai representar 25 por cento em termos de ganhos da energia fornecida na região sul do país.
A fonte disse ainda que a central é a primeira de alta eficiência no país e na região austral de África, que vai gerar 106 Megawatts (MW) de energia eléctrica a partir do gás natural produzido em Pande e Temane, na província de Inhambane, e surge da necessidade de aumentar-se a disponibilidade de energia para a região sul do país.
O representante da EDM acrescentou que a expectativa é que a infra-estrutura influencie a melhoria da qualidade da electricidade nas zonas metropolitanas de Maputo e Matola, a partir das subestações de Infulene e Fomento.
A Electricidade de Moçambique já recrutou cerca de 40 técnicos moçambicanos com o grau de licenciatura, metade dos quais são mulheres, alguns presentemente no Japão em processo de formação para garantir a operacionalização da infra-estrutura.
O projecto é orçado em 180 milhões de dólares, dos quais 167 estão a ser desembolsados pelo Governo do Japão, através da Agência Japonesa de Desenvolvimento Internacional (JICA), os restantes 13 milhões são contribuição do Governo moçambicano.
A amortização do financiamento será feita em 40 anos, a uma taxa de juro anual de 0,01 por cento, que inclui um período dez anos de graça, segundo explicações avançadas quando do lançamento do empreendimento.


Fonte:da Redação e Por RM
Reditado para:Noticias do Stop 2018