Estas são as maiores potências militares do mundo em 2016

O site Global Firepower (GF) realiza todos os anos uma abrangente análise na estrutura das forças armadas de 125 países. A partir dessa investigação, é calculado o Power Index, um índice cujo objetivo é o de classificar os locais de acordo com o seu poderio

militar.
Para tanto, os especialistas avaliam mais de 50 fatores, que incluem os recursos logísticos e até os aspectos geográficos. O estudo não leva em conta a quantidade de armas que um país detém, mas sim a variedade, assim como não considera a existência de arsenal nuclear. Quanto mais próxima de 0 for a pontuação, mais poderosas são as forças armadas.
Alguns fatores, no entanto, impactam mais ou menos no desempenho de um país. Quando se avalia a mão de obra disponível, locais com populações enormes, como China e Índia, pontuam melhor que outros. Além disso, o GF concede mais pontos para quem é parte da Otan, aliança militar composta majoritariamente pelos Estados Unidos e nações europeias. Isso porque, segundo o GF, esses países podem dividir recursos.
A edição 2016 do ranking proposto pelo GF trouxe novidades em relação ao ano passado. O Reino Unido, por exemplo, caiu uma posição e foi ultrapassado pela França. O Brasil, único representante da América Latina no topo da lista, obteve um bom desempenho na comparação com 2015 e pulou do 22º lugar para o 15º.
EXAME.com selecionou os 25 primeiros colocados e apresenta nesta galeria a pontuação obtida por cada um desses países e as posições ocupadas anteriormente. Mostra também qual o orçamento que destinam para a Defesa e o tamanho da mão de obra que têm disponíveis. A análise completa realizada pelo GF e a metodologia usada estão divulgadas em seu site.
A avaliação proposta pelo site é complexa, mas os dados levantados trazem à tona um retrato interessante sobre como os países se comparam entre si quando o tema é o poder do seu exército, marinha e força aérea. Veja a seguir.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:da Redação e Por Exame
Reditado para:Noticias do Stop 2017
Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP