Exames de acesso ao MIREX são marcados por confusão

Os exames de acesso ao concurso público para provimento de vagas no Ministério das Relações Exteriores tiveram início ontem, com alguma confusão à mistura, apesar de o secretário-geral daquela instituição e membro da comissão do júri, Agostinho

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Cada angolano já deve 1.557 USD ao estrangeiro

Entre 2013 e 2018, o stock da dívida externa do País disparou 66,7%, subindo de 28,2 mil milhões USD para quase 47 mil milhões. Há seis anos, cada um dos 19 milhões de angolanos devia ao estrangeiro 1.483 USD, mas hoje há praticamente mais 11

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Morreu o jornalista Paulo Pinha

Morreu hoje, em Lisboa, vítima de doença, o jornalista angolano Paulo Pinha, profissional da Edições Novembro.De 61 anos, Paulo Pinha é um dos mais antigos profissionais do Jornal de Angola, um dos títulos da Edições Novembro, onde trabalhava como

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Preço dos combustíveis é um "peso insustentável" para balança cambial

O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, considerou o preço dos combustíveis como um "peso insustentável para a balança cambial do país", afirmando que os subsídios atingiram níveis insustentáveis.

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JEFRAN aponta a crise financeira como causadora do impasse na entrega de residências

O director da imobiliária Jefran, João Silva, apontou a situação económica que o país enfrenta como estando na base da não entrega, até ao momento, das residências aos mais de dois mil cidadãos que acusam a referida empresa de os ter defraudado no sonho da casa própria. Segundo o responsável, a sua instituição está a fazer tudo para honrar o compromisso que tem com os seus clientes, quer os que já efectuaram o pagamento na totalidade, bem como aqueles que assinaram contratos em situação de renda resolúvel, tendo pagado o valor inicial, avaliado em cerca de cinco milhões de Kwanzas. Neste momento, explicou, a empresa está a renegociar com os clientes, oferecendo novas opções de resolução deste conflito habitacional de modo a que o caso tenha um desfecho que venha a beneficiar as partes envolvidas.
“Pedimos calma a todos. Vamos resolver o problema. Por enquanto estamos focados naquilo que são os prontos pagamentos. Estamos a fazer já as entregas de algumas residências a pessoas que já pagaram na totalidade. Depois vamos trabalhar nos casos de renda resolúvel”, assegurou. De acordo com João Silva, a sua empresa está a entregar algumas residências aos lesados à medida que as vai construindo e acabando. Porém, frisou, todo este processo vai levar algum tempo para ser concluído, por estar a depender do “restabelecimento financeiro” que o país está a viver. Adiantou ainda que, neste momento, a empresa já construiu 26 vilas e a maior parte delas encontra-se já habitada. “Tivemos algumas situações que têm a ver com o processo económico que o país está a passar e tivemos de fazer algum reajuste naquilo que são as modalidades de pagamentos. Por força da situação, tivemos de suspender a renda resolúvel.
O nosso posicionamento é continuar a dialogar com os clientes. O valor da compra baixou, e nós também ficamos apertados a nível daquilo que é a execução das obras”, explicou. Recentemente, o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) apelou aos cidadãos para não aderirem aos projectos imobiliários da Jefran por esta estar a enfrentar um processo devido a incumprimentos contratuais. Um grupo de pessoas terá adquirido, em 2012, residências àquela empresa e até ao momento ainda não viram os seus imóveis, segundo o INADEC. Por causa dessa atitude, o INADEC, em nota de imprensa, deu a conhecer a aplicação de uma multa e a suspensão de toda a actividade económica da referida empresa até um período de 12 meses.

Porém, apesar desta medida, o INADEC diz ter tomado conhecimento, com preocupação, por via dos órgãos de comunicação social, da divulgação de um spot publicitário da referida empresa sobre produtos e serviços imobiliários supostamente pertencentes ao objecto do seu negócio, inclusive com exibição de um número de telefone para eventuais contactos, para o caso de os consumidores manifestarem o seu interesse em aderir aos projectos. Em reacção, João Silva assegurou que o processo de renegociação com os clientes está a obedecer as normas e as pessoas são livres de aceitarem ou não os moldes dos acertos. “Cada cliente tem o seu contrato e cada contrato tem a sua especificidade. Nós vamos continuar a trabalhar para dar solução a todos os casos”. finalizou.

 

Fonte:da Redação e por angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2019
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Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP/Estadão

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Governo corta regalias a titulares de cargos públicos

Os titulares de cargos políticos, magistrados, deputados e respectivos cônjuges vão passar a viajar em classe executiva, quando antes viajavam em 1.ª classe, de acordo com a proposta do Orçamento de Estado para 2019 que deu entrada na quarta-feira na

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